A alegação
Uma alegação que circula nas redes sociais afirma que diversos artistas brasileiros gravaram um vídeo em defesa de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Essa alegação sugere que esses artistas estariam apoiando Lulinha em meio a investigações contra ele.
O contexto
A alegação surgiu após a abertura de novos inquéritos contra Lulinha, autorizados pelo ministro André Mendonça, do STF, a pedido da Polícia Federal. Esses inquéritos visam apurar a suposta atuação de Lulinha em favor de empresários interessados em contratos da Dataprev e outros crimes.
O que apuraram as checagens
Segundo a Aos Fatos, o vídeo usado em posts que fazem essa alegação foi gerado por inteligência artificial. A agência fez buscas nos perfis oficiais dos artistas retratados e na imprensa, mas não encontrou registros de manifestações públicas de apoio a Lulinha por parte dos artistas mencionados.
A Aos Fatos também identificou falhas no vídeo compatíveis com conteúdo gerado por inteligência artificial, como desincronia entre fala e movimentos da boca, deformações nas mãos e alterações em roupas e acessórios.
Além disso, a agência contextualizou a checagem com informações públicas sobre os inquéritos recentemente autorizados pelo STF contra Lulinha, mostrando que a alegação de apoio dos artistas não tem base.
Conclusão
Portanto, a alegação de que artistas brasileiros gravaram um vídeo em defesa de Lulinha é falsa, segundo a Aos Fatos. O vídeo utilizado nas publicações foi gerado por inteligência artificial e não há registros de apoio por parte dos artistas mencionados. Isso destaca a importância de verificar as informações antes de compartilhá-las, especialmente em contextos sensíveis como investigações e processos judiciais.
O outro lado
[Revisar: se a publicação cita pessoa ou instituição identificável, registrar aqui a manifestação dela ou que houve tentativa de contato.]
Metodologia
Esta verificação parte de checagem publicada por Aos Fatos. O Big News SC reproduz a análise de forma independente, com texto próprio, e mantém o link para a apuração original.