O Rio Taquari voltou a causar enchentes na cidade de Lajeado, no Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (22). A Prefeitura de Lajeado e a Defesa Civil do estado mobilizaram equipes de monitoramento nas áreas atingidas pela elevação das águas do rio.

As chuvas intensas no estado trouxeram à memória da população o desastre causado pelas enchentes de 2024, quando uma loja da Havan chegou a ficar submersa. Neste ano, os trabalhos do Poder Executivo municipal e estadual miram o acompanhamento dos impactos da cheia, assegurando o atendimento à população afetada.

Monitoramento e Prevenção

Imagens aéreas estão sendo utilizadas para monitorar os locais mais críticos, como o Parque Ney Santos Arruda, o Parque Professor Theobaldo Dick, o Bairro Jardim do Cedro e a Ponte de Ferro. A Defesa Civil informou que apontamentos do Centro de Monitoramento preveem nebulosidade em grande parte do estado para a quinta-feira (23), com chuviscos e chuva fraca na metade leste.

As temperaturas mínimas variam entre 7°C e 16°C, e as máximas oscilam entre 9°C e 19°C. Para as próximas 24 horas, não estão previstas precipitações com volumes significativos no estado. No entanto, as chuvas recentes ainda exigem monitoramento dos níveis elevados em arroios e pequenos rios.

Danos e Impactos

Os rios maiores, como o Taquari, devem seguir em níveis elevados, mantendo o limiar de inundação. Até esta quinta-feira (22), as chuvas e ventanias registradas no Rio Grande do Sul já afetaram 169 municípios e deixaram 371 pessoas desalojadas.

O avanço das águas causou alagamentos em residências, escolas e hospitais, enquanto as rajadas provocaram destelhamentos e quedas de árvores ou postes, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e água em diversas localidades. O volume acumulado gerou o transbordamento de rios e arroios, resultando em desmoronamentos, interdições de pontes e bloqueios de estradas rurais e rodovias.

Com informações de ND Mais. Fonte original.