A alegação
Circula nas redes sociais que o diretor de inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada, teria sido o responsável por uma tentativa de associar o nome do ex‑presidente Jair Bolsonaro ao assassinato da vereadora Marielle Franco, com base em depoimento de um porteiro.
O contexto
A afirmação foi divulgada em vídeo pelo deputado federal Mario Frias (PL‑SP) e ganhou destaque nas plataformas Instagram e X em setembro de 2026, alimentando o debate político em meio à crise institucional envolvendo o STF e a PF.
O que apuraram as checagens
Segundo a checagem feita pela agência Aos Fatos, o depoimento do porteiro foi colhido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro em outubro de 2019, e não pela Polícia Federal. Um mês depois, o mesmo porteiro recuou, afirmando ter se enganado ao citar Bolsonaro. Na época do depoimento, Leandro Almada atuava como delegado regional no Amazonas, sem qualquer ligação com o caso. A agência constatou ainda que Almada só participou de um inquérito interno sobre a atuação da Polícia Civil, concluído antes do depoimento do porteiro.
Conclusão
Portanto, a alegação de que Leandro Almada teria sido responsável por tentar ligar Bolsonaro ao assassinato de Marielle Franco é falsa, conforme verificado pela Aos Fatos.
O outro lado
[Revisar: se a publicação cita pessoa ou instituição identificável, registrar aqui a manifestação dela ou que houve tentativa de contato.]
Metodologia
Esta verificação parte de checagem publicada por Aos Fatos. O Big News SC reproduz a análise de forma independente, com texto próprio, e mantém o link para a apuração original.