A alegação
Uma reportagem da CNN Brasil de março deste ano sobre um pedido de prisão de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, está sendo compartilhada nas redes sociais como se fosse uma notícia recente, dando a entender que a CPMI do INSS aprovou recentemente um pedido de prisão contra ele.
O contexto
A publicação que viralizou nas redes sociais se refere a uma reportagem da CNN Brasil de 27 de março, que tratava de um parecer apresentado pelo relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar, recomendando o indiciamento de 216 pessoas e a prisão preventiva de Lulinha. A notícia ganhou relevância devido ao contexto das investigações sobre fraudes no INSS.
O que apuraram as checagens
Segundo a Aos Fatos, o pedido de prisão de Lulinha não é atual e não foi aprovado pela CPMI do INSS. O relator da comissão apresentou um parecer recomendando a prisão preventiva de Lulinha, mas o documento foi rejeitado pela comissão no dia seguinte. Além disso, mesmo que o texto do relator tivesse passado, a CPMI não tem competência para decretar medidas como a prisão, podendo apenas recomendar providências ou encaminhar pedidos às autoridades competentes.
Conclusão
Diante das informações verificadas, a alegação que circula nas redes sociais de que a prisão de Lulinha foi solicitada pela CPMI do INSS é considerada enganosa. A reportagem original da CNN Brasil foi de março e o pedido de prisão não foi aprovado, além do que a CPMI não tem o poder de decretar prisões. A classificação da alegação como ‘A CLASSIFICAR’ reflete a necessidade de esclarecer a informação e evitar a disseminação de notícias falsas ou desatualizadas.
O outro lado
[Revisar: se a publicação cita pessoa ou instituição identificável, registrar aqui a manifestação dela ou que houve tentativa de contato.]
Metodologia
Esta verificação parte de checagem publicada por Aos Fatos. O Big News SC reproduz a análise de forma independente, com texto próprio, e mantém o link para a apuração original.