O caso da morte da soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, esposa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, continua a ser investigado. Preso um mês após a morte de Gisele, o coronel acompanhou por videoconferência, de uma sala do Presídio Militar Romão Gomes, o depoimento do delegado Lucas de Souza Lopes, responsável pelo inquérito.

Audiência de instrução

Durante a audiência de instrução do caso, o delegado mencionou as marcas encontradas no pescoço e na mandíbula de Gisele. Foi nesse momento que o coronel, em silêncio, fez gestos mostrando as mãos, indicando que usa as unhas cortadas, tentando negar a suspeita de esganadura.

A defesa de Rosa Neto sustenta que as marcas poderiam ter sido feitas pela filha de Gisele, de 7 anos. No entanto, essa versão já foi contestada por perícia, segundo a qual as lesões no rosto e pescoço da PM foram provocadas por agressão praticada por um adulto.

Investigação

A investigação, que inicialmente tratava o caso como suicídio, passou a ser considerado como feminicídio e fraude processual. O delegado Lucas de Souza Lopes conduziu a investigação e apresentou as provas durante a audiência de instrução.

O caso continua a ser investigado e o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto permanece preso. A audiência de instrução é uma fase importante do processo, pois é quando juiz, acusação e defesa ouvem testemunhas e analisam provas antes de decidir os próximos passos da ação penal.

Com informações de Metrópoles. Fonte original.